11. A Fuga da Menina

Então, Luniel e o cabelo cresceram e ficou livre sob condição:
esconder seus olhos com sua vasta cabeleira por precaução.
Como queria sair dali, aceitou, e a corte recebeu feliz a menina.
Mas não era bom deitar nas flores, modelar estátuas de platina
ou nadar com peixes que escapavam entre suas pernas,
sem ter junto a Protetora e suas poesias cantadas tão ternas;
que quando ela cresceu, regressou para as suas funções,
e a pobre era deixada com lacaios chatos e paspalhões.
Até que um dia, brava, com um livro o bateu na cabeça de um
e se escondeu na carruagem real, para uma viagem incomum.

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