28. Guiada pelas Sombras

Agachou-se, assoprando no que lhe tinha sido enviado.
Era um correio das sacerdotisas e para ato de urgência criado.
Apareceu uma sombra com bilhete, uma caixa e envelope.
Leu o bilhete, foi na estrebaria e montou um lagarto de galope
tão ágil, que Téa e Dim nem chegaram a tempo, ansiadas,
e só viram caído o bilhete de palavras duplamente disputadas.
Leram juntas e atônitas, pois Luniel seria de missão cumpridora:
“ONIRE MORREU. VENHA LOGO. SIGA A SOMBRA-GUIADORA.”
A mente de Luniel fazia sinapses em massa e tudo ganhava luz.
Analisando cada ano de sua vida, descobriu qual era a sua cruz:
foi preparada para combater por sua Volata com firmeza,
e se algo fora complicado, veria que tudo fora grande moleza.

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