39. A Criança da Escuridão

O chão tremia, porém, os canos firmes e em altos números
sugavam os jatos para gerar eletricidade, e só toques inúmeros
de sedas a fizeram parar de apenas observar e sair do estupor.
Contra campo minado, o pano de passos certos era sinalizador.
Ouvia casas ruindo com jatos não sugados em tempo suficiente.
Mesmo arrepiada, Luniel não seria mais ao berro despiciente.
Comovida e com os tecidos a puxando como uma coleira,
correu por um caminho deserto até o buraco com a choradeira.
No fundo alguém com capacete dava na parede chute insano.
Então lançou uma tira para o que vira ser menininho volatiano.

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