66. Sendo Observada Enquanto se Dorme

Todavia, cansada tal o amigo sem opção, dormiu na alfombra
que se expandia e se contraia toda hora; um olho na sombra
sondando a superfície atrás de fugitivos e era efeito magnético
natural de Dicuro, mas tornado sistema de segurança sintético.
Com raio X, verificou Luniel, que passou no teste tal sua trouxa
que magicamente se camuflara, e o exame fez uma faixa frouxa.
Luniel sonhou com um vulto de rosto distorcido e faminto
perseguindo-a, e corria até chegar em beco no labirinto.
No folclore de Volata, as manchas eram espíritos nômades
de volatianos presos no sol, conforme as pregações dos abades
que orientavam a não olhar Dicuro para não ser amaldiçoado.
Então acordou esfregando as pálpebras, de coração disparado.

(Comente e compartilhe meu eBook “Sol e Lua: A Profecia dos Corações Carbonizados” e ajude a divulgar mais a poesia nacional! Ficou na curiosidade? Então continue no Link: https://gigipormei.com/category/meus-livros/sol-e-lua-a-profecia-dos-coracoes-carbonizados/)

Deixe uma resposta